5 de janeiro de 2011
Razões para querer ser funcionário público e não comissário de voo
• Não precisamos usar uniformes;
• A sombra não precisa ser azul nem o batom precisa ser vermelho;
• Não precisamos usar topetes;
• Se a saia subir acima do joelho ninguém ousaria chamar a nossa atenção;
• Os homens não têm fetiches com funcionárias públicas;
• Não recebemos bilhetinhos em guardanapos;
• Ninguém pergunta o nome do rio que está correndo lá embaixo;
• Não trabalhamos com escalas;
• Podemos usar tênis;
• Podemos ficar fedidos;
• Não precisamos sorrir quando não estamos a fim;
• Não precisamos agradar ninguém;
• Não temos horário;
• Não precisamos fazer check nos equipamentos de segurança antes de iniciar o expediente;
• Nunca estamos em situação de emergência;
• Se algo atrasar ou alguma coisa der errado não será problema nosso;
• Sempre estamos certos e a organização sempre está errada;
• O cliente nunca está com a razão;
• Não precisamos ter espírito de servir;
• Não temos que ler o livro do comandante Rolim;
• Podemos andar com o esmalte descascando e o cabelo despenteado;
• O salário é maior e o trabalho é menor;
• Ninguém nos obriga a usar bottons comemorativos;
• Os clientes não têm pressa porque nós também nunca temos pressa;
• Podemos usar o celular durante o trabalho
• Podemos dormir durante o expediente;
• Não precisamos fazer demonstrações de segurança;
• Não precisamos servir barrinhas de cereais nem sucos de laranja;
• Não trabalhamos servindo destilados e, por conseqüência, não precisamos agüentar bêbados.
6 de abril de 2010
IDIOTAS

É, eu enxergo isso TODO dia... e tento não me atucanar. Mas hoje vazou um pouquinho e resolvi escrever no blog pra aliviar, ao invés de pegar uma metralhadora e partir pra Brasília (maldito blog, talvez eu tivesse feito um favor pro País). Esse País de MERDA que tem mentalidade de colônia subdesenvolvida, onde se fala um idioma que só serve pra nos gastar tempo decorando regras estúpidas para distingüir (FODA-SE a nova regra gramatical, eu to afim de escrever com trema!) quem teve acesso a educação formal ou NÃO (afinal bom é quem vai pra escola e aprende a conjugar no Pretérito MAIS-QUE PERFEITO).
Acho que vou ficar por aqui... até porque nunca havia escrito MERDA tantas vezes num único post! Quando eu me irritar de novo, volta a escrever sobre as MERDAS que a gente engole nesse País FECAL (uhu, viram que idioma sofisticado e bonito, CHEIO de sinônimos).
6 de março de 2010
Flautista sacana!
O post da vez é o seguinte: Estava eu, assistindo tv em casa, ao lado da minha irmã e eis que surge um sujeito treinando para uma opera... no caso, era um flautista. Quem me conhece sabe da nulidade que sou em termos musicais. Se eu fosse escolher um instrumento para tocar, seria a flauta transversa...
PUTZ!!! Não creio! sempre achei interessante o conto medieval do Flautista que livrava a cidade da infestação de roedores. E agora minha irmã me trazia uma informação de que o flautista era um pedófilo! Como pode??? Pois segundo ela, após ler um livro que estudava os constos infantis medievais, contava que no conto original o Flautista não era exatamente um "herói". Basicamente o lance em Hamlin era o seguinte: Cidade infestada de ratos. Aldeões ricos e desesperados tentam de tudo para livrar a vila da peste, e após inúmeros fracassos contratam um flautista. Flautista será pago por cada cabeça de rato que apresentar ao conselho da cidade. Flautista hipnotiza a rataiada e passa por um rio, afogando a galera. Sem as "cabeças de rato" os malandros da vila resolvem dar um calote no Flautista. Flautista Fulo da vida volta e para se vingar hipnotiza a criançada da vila com sua flauta (OPA!) e tranca todos numa caverna dentro da floresta. Moral da história: não tente passar um flautista pra trás!
14 de setembro de 2009
Pergunta da Semana - Charme!
-Albert Camus (filósofo francês)
- O Charme é absoluto ou relativo?
- O Charme é nato ou pode ser desenvolvido/apurado?
Para semana que vem tentarei publicar minhas conclusões a respeito do assunto!
6 de maio de 2009
Depressão pós-moderna
Um dado do texto me chamou atenção: em 2006, para cada dólar gerado a partir do esforço físico do trabalho do homem, havia 9 dólares para i trabalho de natureza imaterial. Entretanto, em 1950, a cada 10 dólares equivalentes de riqueza gerada no mundo, somente 4 dólares provinham do trabalho imaterial. (não há citação da fonte de pesquisa)
"Tá sabichão, e daí com esses dados?" pergunta o afoito. Bem, respondo que esta evolução da distribuição do trabalho acompanha as pesquisas que apontam o crescimento da depressão na população mundial. Alguns meses atrás a revista "Mente e Cérebro" trouxe uma matéria a respeito do modo como o trabalho manual reduz o estresse e surgimento de depressão no ser humano. Pessoalmente já experimentei dos benefícios que a atividade física ligada a coordenação motora fina trás ao humor.Na medida em que a automação desonera o homem do esforço físico na economia, a atividade intelectual ganha maior espaço na sociedade. É positivo que não tenhamos mais de empregar a energia humana bruta para arrastar enormes blocos de pedra, ou carregar sacas de areia nas costas. Entretanto faz-se assaz importante a distinção entre força bruta e trabalho manual. A destreza de um artesão que molda um vaso, ou de um escultor que transforma rocha em arte são completamente diferentes da mão-de-obra do "homem-boi" de Taylor.
10 de abril de 2008
Lascívia Puritana & Alguns Latidos
Hoje, no Mais Você da Globo, a Natália conversou com a Ana Maria Braga e uma sexóloga. Tida como a 'mais saidinha e burrinha' das participantes da edição, a gaúcha mostrou-se super à vontade falando sobre sexualidade, declarando que até sua família estranhou que seu comportamento no BBB foi leve(?!) em relação ao que ela realmente é. Garantiu falar sobre sexo abertamente com os pais. (Fonte: Zero Hora)
Eis que surgem indagações. Será que ela é vadia ou é livre da pressão da sociedade machista? Aliás, quem está certa: a mocinha que segue o "Piriguete's way of life" ou a mais conservadora? O machismo está nas cabeças de nossas mães? Se sim, fomos moldadas a pensar assim e devemos tomar alguma atitude nesse sentido? Ou devemos ficar na defensiva e repassar tais valores as nossas filhas, renovando esse pensamento, num ciclo sem fim?
Ok, ser safadona é legal. Eu sou muito a favor do prazer sexual, desde que haja respeito e satisfação entre as partes envolvidas. Faz bem pra saúde, relaxa, diverte, cria cumplicidade. Mas que não seja com qualquer um. Sou contra a banalização do sexo; afinal, é uma coisa íntima.
Para uma mocinha, escancarar sua atividade sexual como se fosse a sua característica determinante - não como "mulher consciente e de bem com seus prazeres", mas sim como "a cachorrona desengaiolada que tá de sainha e já berrou que tá 'solteirááá' " -, numa sociedade machista na qual vivemos, torna-a exemplo de imoralidade, tal qual a ex-BBB. E não me diga que "o que importa é minha consciência, por fora sou um conceito seu e blablablá", porque sabe-se muito bem que se tu queimares teu filme, tu acabas perdendo respeito e credibilidade, seja no trabalho ou no social mesmo. Sejamos realistas: quem nunca disse um "Fulaninha, viu aquela bagaceira ali?", que atire a primeira pedra. Mas, voltando a Natália: ela tá fazendo/fez isso tudo pra aparecer ou porque tem um fundo de crítica feminista nas suas atitudes? (tá, Dani, não força a barra...)
Ok, estabeleçamos limites. Ser feminista, pelo que entendo, é lutar pela igualdade de gêneros, a fim de tornar a sociedade mais justa, idéia que apóio veementemente. Agora, o que é COMPLETAMENTE diferente é o que vocês verão no vídeo que segue.
[http://www.youtube.com/watch?v=07Eq-yAAm6U]Não defendo a sensualidade funkeira esculhambada e explícita. Mulher que se autodeclara "CACHORRONA", já define a sua auto-estima e valor que dá a si mesma. Se o que vale na sua vida medíocre é "pegá us macho gostoso", está sendo MACHISTA. Afinal, ela se restringe a um objeto sexual, ser irracional, útil somente para a satisfação de outros "superiores" a si (os "homi gostoso"), e ainda ter orgulho disso! PIOR que isso: "obegeto sékissuau" de qualquer Zé Ruela.

Voltando ao assunto mais light, sobre a Nat... Francamente, admiro a posição liberal corajosa dela, de não ser reprimida(apesar de ela levar o ônus disso). Afinal, se ela tá a fim e gosta de sexo, tá muito certa em ir atrás do que procura, assim como o homem o faz. Só acho que não era necessário tornar isso TÃO público, 24h por dia. E nota dez para os pais dela: sexo tem que ser discutido em casa, sem tabus. Faz parte da educação, ajuda na cumplicidade entre pais e filhos e conforta os adolescentes.
A Autora fica um tempo sem postar, e quando posta, vem com duplo enfoque. Ela considerava a Natália uma vagaba simpática, mas incapaz de provocar alguma reflexão. Pura arrogância da Autora, que, humilde, reconhece o valor que os reality shows têm em nossas vidas. =P






