15 de janeiro de 2008

Teoria dos 3 Fatores

Conforme havia prometido, darei início à exposição de algumas de minhas teorias. a mais famosa, e que a maioria dos leitores já ouviu de minha boca, é a Teoria dos 3 Fatores.

Para ser mais preciso, o nome deveria ser "3 Fatores na Abordagem". Não é abordagem policial, como já ouvi alguns brincarem. Trata-se de uma explanação para determinar se um menino poderá ou não ter sucesso ao abordar uma mocinha em ambientes públicos. Lembrem-se, antes de criticarem, os seguintes requisítos devem ser levados em conta:
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a) Tanto a menina, quanto o menino não podem ter conhecimento prévio ou contato um com o outro. Portanto, excluem-se daí colegas de aula, serviço ou amigos.

b) A abordagem, (contato verbal) deve se dar em ambiente público. Festas, parques, fila do cinema ou mesmo dentro do ônibus são alternativas. Locais como salas de aula, trabalho ou semelhantes devem ser excluídos.

c) Ambos estejam em condições normais de nível alcóolico no sangue, pois como se diz por aí, cu de bêbado não tem dono (desculpem a grosseria).
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Bem, vamos aos FATORES:

fator 1: DINHEIRO...
Todos sabem que existem mocinhas gananciosas e interesseiras, que valorizam o poder econômico acima de outras qualidades. Para essas damas, um indivíduo que ostente um celular moderno, pilote um belo automóvel e se traje com as roupas de grife da última moda é um alvo e tanto. Mesmo que seja feio ou fraco de conversa, este sujeito terá alguma chance com as mocinhas da classe pistoleira.


fator 2: BELEZA...
Não preciso dizer que as aparências contam, e muito! Mesmo que as mulheres aleguem que a beleza interior é o que conta, beleza ainda é fundamental. Um rapaz estéticamente bem sucedido ( aí entram não apenas a beleza facial, como a boa-forma, a estatura, o porte e a elegância) sempre larga na frente. Façamos um exercício de imaginação: se você for menina, imagine-se em uma agitada festa, conversando com suas amigas e de repente o Brad Pitt (ou o Gianechini, ou o Rodrigo Santoro, ou então o Richard Gere, esse é batata, não tem erro) solicita sua atenção... Mesmo que ele fale uma porção de abobrinhas, a primeira reação da menina é conceder a oportunidade dele desenvolver uma conversa (se ele for capaz).

fator 3: HUMOR...
Este fator contém, paradoxalmente, a grande esperança de muitos meninos, assim como uma grande armadilha para os incautos... Por humor quero dizer a capacidade de arrancar risadas de uma dama. Não confundam com "cantadas xinfrins" do tipo: "não sabia que boneca falava"... ou "se machucou? quando caiu do céu?"... Ainda que seja carente de atributos físicos e de $$$, ele pode conquistar a atenção de seu alvo com brincadeiras ou piadas de bom gosto. Enquanto divertir a menina, ela irá tolerar sua presença. No entanto o rapaz deve manter-se atento para não exagerar nas brincadeiras e assumir um papel de "bobo da corte" inadvertidamente.

A moral desta teoria é bastante simples: demonstrar que qualidades como inteligência, simpatia, educação ou mesmo no caso de haver interesses comuns entre o par, de nada valerão no momento da abordagem. Os primeiros segundos são cruciais para o resultado da empreitada. É praticamente impossível transmitir simpatia ou educação através de algumas poucas palavras, mais difícil ainda seria descobrir os interesses da moça. Estes atributos só servirão num momento futuro, em que o casal já tenha estabelecido um relativo conforto para pesquisar outros assuntos, ou como poderia ser dito, adentrar numa esfera de maior intimidade.

Portanto asseguro: quando for abordar uma menina na noite, ou em lugares públicos, lembre-se disto rapaz: você só terá sucesso se conseguir se encaixar em um dos 3 fatores! Minha segunda teoria explicará como deficientes estéticos, monetários e até mesmo de humor podem "driblar" os 3 fatores para ter alguma chance na selva lá fora.

Só para compensar os leitores do gênero masculino que podem ter se sentido injustiçados pela exposição à foto do Brad Pitt, o Autor resolveu exibir uma foto da Daniele Suzuki (para ele uma das mais belas celebridades da atualidade) para fins de compensação com os marmanjos.



4 comentários:

Crix disse...

há controvérsias

冬天。。。 disse...

controvérsias? explicte-as por favor! :P

CAROLZINHA disse...

Detesto qdo um cara q eu não conheço, mesmo q seja lindo, me aborde na rua...não tem a menor chance.
Ps: Deve ser por isso q eu estou encalhada neh???

Danielle disse...

Não, Carol. Aposto que tu tá encalhada pq esses caras trovadores de rua ¬¬' cantam, trovam, tentam, mas nem ENCARAM a "cantada". Um cara que nem consegue manter o olhar altivo, desafiador e, uau, conquistador :P, não vale a pena.
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Mas hein, alteraste o post, Eduardo? O que eu li não tinha figurinhas e não falava da Suzuki (lá de vez em quando, eu olho "Tribos", programa que a querida apresenta :P)

Vamos à análise dos fatores:

DINHEIRO: como acordamos, grandes diferenças sociais de ordem econômica certamente darão origem a brigas, insatisfações, insegurança (logicamente advinda do lado mais humilde da balança), desencontros, choques de cultura, e por aí vai; se é que vai dar origem a alguma coisa, como o início da relação. Pessoalmente, não correria atrás de um piloto de Audi, pq um cara que "se garante na conquista" através de um simples automóvel, certamente não terá grandes mistérios ou coisa melhor a oferecer do que quatro rodas cromadas. Um cara que pode disponibilizar poder aquisitivo e presentinhos em excesso, ou é rico e muito bem-sucedido (o que é realmente raro na faixa etária 15-30 anos) ou é dependente dos pais [leia-se "bundão", ou por extenso, "playboyzinho babaca imaturo que normalmente não dá valor ao que tem, e pra piorar, paga vale de mano.. YO MAN!"]. Concluo que ganhar presentinhos não é ruim (hahaha :D), mas não investiria numa relação mercenária, a fim de meros ganhos materiais. Meninas que fazem isso se vendem por um preço muito baixo. Daí, surgem as rampeiras, que denigrem a classe feminina para os - muitos - rapazes ESTÚPIDOS que não sabem diferenciar mocinhas de bons costumes das mocinhas sem educação moral. Todavia, eu lá tenho as minhas discordâncias e protestos contra a educação conservadora e dos valores machistas repressivos, mas isso já é outro tópico. Concluo que, numa simples abordagem, a variável "dinheiro" não é DETERMINANTE, porém, COMPLEMENTAR.

Amanhã eu comento outro tópico, me emocionei demais neste aqui. :P