19 de janeiro de 2008

Meu nome não é Johnny


Hoje assisti mais um filme que reforçou minha idéia a respeito da legalização das drogas. Para os desavisados, a película conta a história (segunda ela baseada em fatos reais) de um jovem de classe média, que de cheirador de cocaína acaba se tornando um traficante bem sucedido.

"Ele tinha tudo. Menos limite. João Guilherme Estrella era um típico jovem da classe média, que viveu intensamente sua juventude. Inteligente e simpático, era adorado pelos pais e popular entre os amigos. Com espírito aventureiro e boêmio, mergulhou em todas as loucuras permitidas. E também nas não permitidas. No início dos anos 90, se tornou o rei do tráfico de drogas da zona sul do Rio de Janeiro. Investigado pela polícia, foi preso e seu nome chegou às capas dos jornais. Em vez de festas, passou a freqüentar o banco dos réus. Sua história revela sonhos e dramas comuns à toda juventude." - sinopse extraída do site oficial do filme.


Não vou explicitar o final do filme para não estragar a história, mas deixo aqui o questionamento: tráfico de drogas equiparado a crime hediondo é justo? Para as leitoras, quem deveria receber uma pena mais grave? um estuprador ou um traficante? (por traficante entendo qualquer indivíduo que venda drogas ilícitas para terceiros, e não necessariamente alguém que empregue força ou violência em seus atos)

Questionamentos sociais/jurídicos/filosóficos a parte, o filme é muito bom... mesmo contando uma história triste, tem vários momentos de humor, aproveitando muito bem o talento do Selton Mello (só a cara dele já dá vontade de rir). O cinema nacional vai muito bem, obrigado!

O Autor aproveita a desculpa para postar uma fotinho da Cléo Pires, dona de uma beleza muito singular!

2 comentários:

Anônimo disse...
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Anônimo disse...

a Cleozinha é fantástica