21 de abril de 2008

Tijolos

Não costumo postar piadas, especialmente quando copio elas... Mas recebi esta do Camilo e achei válido postar:


Teste de Aptidão Vocacional para contrato de novos empregados.

Coloque 400 tijolos em um quarto fechado, coloque os novos candidatos e feche a porta. Deixe-os sozinhos por seis horas e analise a situação:

1 - Se eles estiverem contando os tijolos, contrate-os para o departamento de contabilidade.

2- Se eles estiverem recontando os tijolos, contrate-os para o departamento de auditoria.

3 - Se eles tiverem bagunçado tudo e espalhado os tijolos, são engenheiros.

4 - Se eles tiverem arrumado os tijolos de maneira bem estranha coloque-os no Planejamento.

5 - Se eles tiverem jogando tijolos uns nos outros, coloque-os em Operações.
6 - Se eles estiverem dormindo, coloque-os na Segurança.

7 - Se eles estiverem quebrando os tijolos em pedacinhos, coloque-os no departamento de tecnologia da informação.

8 - Se eles estiverem sentados sem fazer nada, coloque-os em Recursos Humanos.

9 - Se eles disserem que já tentaram várias combinações e estão ainda tentando outras mais e nenhum dos tijolos tiver saído do lugar, coloque-os em vendas.

10 - Se eles já tiverem saído, coloque-os na Gerência.

11 - Se eles estiverem olhando para a janela, coloque-os em Planejamento estratégico.

12 - Se eles estiverem conversando entre si e nenhum dos tijolos tiver saído do lugar, cumprimente-os e coloque-os na Diretoria.

13 - Se eles tiverem criado um muro de tal forma que eles não podem ser vistos ou ouvidos, então coloque-os no congresso.

14 - Se eles afirmarem que não estão vendo nenhum tijolo ali na sala, coloque no Jurídico.

15 - Se eles reclamarem que os tijolos "estão uma merda", não têm identificação, falta operação, medidas erradas, coloque na Qualidade.

16 - Se começar a chamar de companheiro, nem contrate e mande embora logo antes que ele crie um sindicato.

O Autor provavelmente iria pensar em algo mais criativo para os tijolos, tipo... isso:

20 de abril de 2008

DC versus MK

Quem joga "videogueime" (hehehe) certamente conhece a série de jogos que traziam os embates Marvel versos Capcom! Eu acahava muito legal colocar os super-heróis pra porradearem os personagens da Capcom, tudo na qualidade dos jogos do Street Fighter II.


Parece que a Midway/Acclaim (fabricante do Mortal Kombat) decidiu imitar a iniciativa da concorrente e inventou a sua versão do embate entre universos, videogame versus quadrinhos, com os heróis da DC (Superman, Batman, Mulher Maravilha, Flash, Lanterna Verde, etc...) Vejam só o trailerzinho:








Só espero que não ponham o batman dando fatalities no sub zero... hehe

O Autor vai jogar direto com o Homem-morcego, detonando Liu kang e cia! hahahaha

Vestindo a Camisa

O ambiente era a academia. Entre uma máquina de musculação e outra, eu observava. O sujeito, um tiozão, portava sua camiseta vermelha com brancos escritos russos, com um símbolo em vermelho notável: uma foice e um martelo. Sua bermuda, estilo surfista da marca Billabong, arrematava o seu look.

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Mais do que as palavras, os gestos e a aparência da pessoa revelam muitas informações a seu respeito. Não é que eu seja crítica de moda, não tenho conhecimento - ainda - para tanto. Por mim, cada um veste-se do modo que bem entende. Mas eu acho adequado a um senhor de certa idade o uso de vestes mais sóbrias; usar bermudão de gurizão não lhe cabe, assim como não é aconselhável uma senhora vestir roupas coloridonas e extravagantes. A desarmonia não condiz com a maturidade.


Além de ser incoerente. O peito do homem estufava um suposto orgulho comunista, mas suas cuecas escondiam-se atrás de um inegável comportamento consumista. Ou o homem pensou algo do tipo "vermelho+branco+preto fica legal, esse símbolo é fashion, coisa russa é exótica", ou nem sabe do que a ideologia trata, a camiseta é style e fim de papo.
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Ou talvez não tenha nada a ver com política: CCCP - sigla presente na camiseta - era a Seleção Soviética de Futebol (site que vende réplica). Até porque (se não me engano) em tempos de Copa do Mundo, tava na modinha usar estampas de bandeiras de países, como se fosse uniforme da seleção do país. Também há outra hipótese: podia ser uma peça da coleção de uns dois anos atrás da Renner, que tinha umas vestes masculinas com temas de guerra. Não sei.

Dia desses, ouvi uma colega ignorante declarar na aula de Inglês que, independente da mensagem, o que valia pra ela era a "beleza" da roupa. Se ela pôr uma batinha super gracinha, mas que tenha escrito em letras garrafais "Stupid Fat Bitch", ela está certa de que vai a-ba-far. E eu não duvido.

Sempre que tinha oportunidade, um punk ex-colega meu desenhava no quadro negro o símbolo anarquista. Só que ele andava tão chapado que acho difícil pensar que ele sabia o que aquilo significava. Outra: um conhecido meu usando uma camiseta rubro-negra bacana, com um "ANARCHY" estilizado, e aquele A super in naquele círculo gracioso.
Independente da visão política, afinal de contas, vestir-se não é só combinação de cores. Vejo a moda além do glamour, como forma de exteriorizar características da personalidade da pessoa, como arte. É idiota abraçar a causa e não fazer jus a ela, nem ao menos compreendê-la. É deprimente não ter o que dizer sem abrir a boca. Pior ainda é ser pseudopolitizado: além de ignorante, é brega.

Mas claro, há a possibilidade do tiozão ter provocado essa antítese ideológica de próposito, pra ver quem iria ser perspicaz o suficiente para refletir a respeito. Aí sim, "benhê", ele a-ba-lou.

A Autora comprou há alguns meses uma regatinha com a estampa "I'm a Lucky Girl" e é criteriosa em relação às comunicações visuais que busca passar. Dependendo do seu humor e da qualidade do seu sono, obviamente. =P


À PARTE DO POST: Entre umas pesquisas no Google, achei o bizarro Super Comunista. Confiram!

15 de abril de 2008

Lealdade

Muuuito tempo atrás, quando eu morei em Edimburgo, me lembro de ter passado na frente da estátua de um cãozinho, que ficava na bifurcação de uma rua. Na época minha mãe me contou que se tratava de uma homenagem feita ao mascote de um operário, que, mesmo após a morte do dono, continuou quardando seu túmulo diariamente por cerca de 10 anos!!!


Me lembro de ter achado incrível aquela história, e por nunca ter tido contato rotineiro com um canino, não dimensionei bem a história. De qualquer forma, anos depois me deparei com a menção ao famoso cãozinho: Greyfriar´s Bobby. Não fazia idéia da reputação do cãozinho: ele, ao lado de outro canino japonês, são referências em termos de fidelidade canina. Sempre pensei que fosse uma celebridade local, mas existem vários sites pela internet, inclusive filmes foram feitos sobre a tocante história.

Bobby era um Skye Terrier, cujo o dono John Gray, policial noturno, morreu de tuberculose 2 anos após ter adotado Bobby. A paixão pelo dono era tão grande que durante os 14 anos que viveu além da morte de John, Bobby esperava por seu dono junto ao túmulo do próprio. Por regra, um cão sem dono teria de ser sacrificado, mas sua devoção pelo finado comoveu a todos, que passaram a adotar Bobby e sustentá-lo. Após sua morte, o próprio Bobby for enterrado ao lado do cemitério onde John Gray repousa, para que continuasse sua vigília ao dono.


Agora que tenho duas cachorrinhas, consigo dimensionar o que as pessoas devem ter sentido ao ver Bobby todos os dias junto ao túmulo de John. Fico feliz em ter visitado a homenagem feita a ele sou grato aos cães por me mostrarem que a lealdade existe, mesmo que entre espécies diferentes!

Hoje o Autor, emocionado, não fará comentários... snif...

13 de abril de 2008

Biscoito da Sorte


"Aquele que se eleva, será humilhado;

o que se humilha, será elevado."



Hoje rolou comida chinesa aqui em casa, esta foi a mensagem no biscoito da sorte do Autor, tudo a ver com ele né?

10 de abril de 2008

Lascívia Puritana & Alguns Latidos

Há quem diga que assistir a reality shows é inútil. Verdade: é muita putaria e futilidade. Mas, mesmo suspeitando que muitas das brigas de lá sejam armadas, observar uma minisociedade é, no mínimo, interessante. De qualquer forma, se sacudir os glúteos e mostrar o abdômen tanquinho, vale. Que seja.

Hoje, no Mais Você da Globo, a Natália conversou com a Ana Maria Braga e uma sexóloga. Tida como a 'mais saidinha e burrinha' das participantes da edição, a gaúcha mostrou-se super à vontade falando sobre sexualidade, declarando que até sua família estranhou que seu comportamento no BBB foi leve(?!) em relação ao que ela realmente é. Garantiu falar sobre sexo abertamente com os pais. (Fonte: Zero Hora)


Eis que surgem indagações. Será que ela é vadia ou é livre da pressão da sociedade machista? Aliás, quem está certa: a mocinha que segue o "Piriguete's way of life" ou a mais conservadora? O machismo está nas cabeças de nossas mães? Se sim, fomos moldadas a pensar assim e devemos tomar alguma atitude nesse sentido? Ou devemos ficar na defensiva e repassar tais valores as nossas filhas, renovando esse pensamento, num ciclo sem fim?

Ok, ser safadona é legal. Eu sou muito a favor do prazer sexual, desde que haja respeito e satisfação entre as partes envolvidas. Faz bem pra saúde, relaxa, diverte, cria cumplicidade. Mas que não seja com qualquer um. Sou contra a banalização do sexo; afinal, é uma coisa íntima.

Para uma mocinha, escancarar sua atividade sexual como se fosse a sua característica determinante - não como "mulher consciente e de bem com seus prazeres", mas sim como "a cachorrona desengaiolada que tá de sainha e já berrou que tá 'solteirááá' " -, numa sociedade machista na qual vivemos, torna-a exemplo de imoralidade, tal qual a ex-BBB. E não me diga que "o que importa é minha consciência, por fora sou um conceito seu e blablablá", porque sabe-se muito bem que se tu queimares teu filme, tu acabas perdendo respeito e credibilidade, seja no trabalho ou no social mesmo. Sejamos realistas: quem nunca disse um "Fulaninha, viu aquela bagaceira ali?", que atire a primeira pedra. Mas, voltando a Natália: ela tá fazendo/fez isso tudo pra aparecer ou porque tem um fundo de crítica feminista nas suas atitudes? (tá, Dani, não força a barra...)

Ok, estabeleçamos limites. Ser feminista, pelo que entendo, é lutar pela igualdade de gêneros, a fim de tornar a sociedade mais justa, idéia que apóio veementemente. Agora, o que é COMPLETAMENTE diferente é o que vocês verão no vídeo que segue.

[http://www.youtube.com/watch?v=07Eq-yAAm6U]

Não defendo a sensualidade funkeira esculhambada e explícita. Mulher que se autodeclara "CACHORRONA", já define a sua auto-estima e valor que dá a si mesma. Se o que vale na sua vida medíocre é "pegá us macho gostoso", está sendo MACHISTA. Afinal, ela se restringe a um objeto sexual, ser irracional, útil somente para a satisfação de outros "superiores" a si (os "homi gostoso"), e ainda ter orgulho disso! PIOR que isso: "obegeto sékissuau" de qualquer Zé Ruela.


E o que tem a ver comigo, com as "mocinhas de família"? Uma pequena reserva zoológica de "preparadas" é capaz de denegrir a imagem feminina, gerando a idéia de 'mulé boa enjaulada' na cabeça de rapazotes ignorantes; retoma-se a cultura de submissão, inferioridade e preconceito, e JOGA NO LIXO a luta e os direitos HUMANOS conquistados por nós. Isso também retoma o "suposto direito do homem reagir caso a mulher o provoque". (VIOLÊNCIA DOMÉSTICA é FATO, não só no Brasil; e cantar "tapinha não dói" não ajuda na campanha contra tal bárbarie!)
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Voltando ao assunto mais light, sobre a Nat... Francamente, admiro a posição liberal corajosa dela, de não ser reprimida(apesar de ela levar o ônus disso). Afinal, se ela tá a fim e gosta de sexo, tá muito certa em ir atrás do que procura, assim como o homem o faz. Só acho que não era necessário tornar isso TÃO público, 24h por dia. E nota dez para os pais dela: sexo tem que ser discutido em casa, sem tabus. Faz parte da educação, ajuda na cumplicidade entre pais e filhos e conforta os adolescentes.

Como a concepção todos têm sobre sexo é determinada pela formação de seus valores, não há como "saber" o que é certo e o que é errado. Logo, chamar a Nat de vagaba é relativo.
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Mas fica o apelo: antes de rebolar, doçura, pense.
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A Autora fica um tempo sem postar, e quando posta, vem com duplo enfoque. Ela considerava a Natália uma vagaba simpática, mas incapaz de provocar alguma reflexão. Pura arrogância da Autora, que, humilde, reconhece o valor que os reality shows têm em nossas vidas. =P

Motorizado?

Ultimamente tenho sido muito criticado por ter desistido do volante. Perambulando pela rede descobri um carro ideal para mim, assistam no vídeo:



Para completar, ainda posso dar uma "customizada para deixar o carro com um ar modernoso:


Depois dessa o autor só tem uma coisa a dizer: "morda-se de inveja Fred Flinstone!"

6 de abril de 2008

Rave Nerd

Ontem fui convidado para ir numa rave... Sinceramente, não sei porque se dão ao trabalho... já pensaram? eu numa rave? Porque não convidam logo o Papo pro sofazão? (acho que era mais fácil). Só iria numa rave se fosse algo como a de baixo:



Isso é o que aconteceria se eu fosse numa rave:



O Autor não tem nada contra festas, apenas as acha degradantes e deprimentes. Para o autor, festa boa é festa morta!
Hauhauhau!

5 de abril de 2008

Sonhos

Esse sábado tem tudo pra ser um dia inútil. Pra começar tive um dos sonhos mas engraçados de que me lembro. Vou descrevê-lo abaixo e espero que a minha amiga Crix não me processo por plágio:
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Estava eu indo a caminho da parada de ônibus na 24 de Outubro (como de rotina) com um colchão sujo de vômito cânino debaixo dos braços (indo descartá-lo a pedido de minha mãe) quando escuto uma conversa no mínimo peculiar, vindo da frente de uma loja de especiarias e alimentos importados:


- Ok, então vocês lacraram tudo certinho? não esqueceram de nenhuma criança certo?
- Não esquecemos não chefe! estão todas ai dentro conforme o Sr. pediu.

- Hum... e já verificaram pra ver se estão bem abafadas? não podemos deixar que escutem nenhum grito vindo de dentro das caixas.


Enquanto marcava alguma coisa em sua prancheta, o homem que dava ordens aos seus funcionários (que tinham aparência de capangas mafiosos de filmes estadunidenses) grudava seu ouvido em duas grandes caixas (cerca de 1,20m de altura) que supostamente estavam cheias de "alfajores de chocolate branco" para testar se era possível escutar a criança que haviam amarrado lá dentro.


Na realidade era uma gangue de traficantes de alfajores brancos (não me pergunte de onde tirei isso) que usavam crianças dentro dos carregamentos. A idéia era que, ao chegar na alfândega estrangeira, as autoridades encontrassem os corpos das crianças e, comovidas com a situação centrassem suas energias neste crime e descartassem os "raros e caros" alfajores de chocolate branco, enviando-os para leilões, onde os criminosos pagariam uma merreca, sendo poupados das altas taxas alfandegárias e exportação e poderiam revendê-los no mercado!!!


Atônito com o sinistro plano, eu parei por alguns segundos, e quando os malvados traficantes de alfajores se descuidaram, surrupiei uma das caixas (com aqueles carrinhos de mão para transporte) e corri para a parada do ônibus (isso com o colchão debaixo do braço!) Assim que entrei no veículo, algumas pessoas olharam e me perguntaram: ué? uma caixa de alfajores enorme? foi então que expliquei a situação para os passageiros... e ainda contei que minha mãe havia pedido que eu descartasse o colchão, mas que eu não podia ficar parado de braços cruzados enquanto comitiam esse brutal crime!!! foi então que alguém no ônibus perguntou:


- e você não tem medo que os criminosos tentem lhe "apagar" se vier a público denunciar todo o esquema???

e eu disse que por mais assustador que fosse, não podia ignorar a situação... e foi ai que todos no ônibus começaram a me aplaudir (só em sonho mesmo pra ser aplaudido)... e depois acordei (acho que ser aplaudido é tão surreal pra mim que me dei conta de que não passava de um sonho bobo... hehe)

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Pois é, cada sonho que eu tenho... vou te contar... por isso prefiro dormir em paz mesmo, sem ter idéia estapafúrdias loucas ou esquizofrênicas!!!

O Autor preferia ter sonhado com algo melhor... tipo... que estava no elevador com a Daniela Suzuki e faltou luz... ou melhor ainda, que também estivessem a Cicarelli, Cléo Pires, quem sabe a Ana Paula Arósio... enfim...

3 de abril de 2008

Ah, eu já sabia!

Repitam em alto e bom som comigo: AH, EU JÁ SABIA!!!
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02/04/2008 - 18h37 "World of Warcraft" não causa violência, diz estudo

Segundo um estudo conduzido na Universidade de Middlesex, não há correlação entre o ato de jogar "World of Warcraft" e comportamentos violentos.

"World of Warcraft" é um jogo online sem limite de jogadores, no qual os usuários fazem várias missões, em especial a caçada de criaturas.

O experimento foi conduzido com 292 pessoas, de ambos os sexos, com idades entre 12 e 83 anos. Eles jogaram duas sessões de duas horas e foram entrevistados por psicólogos. A conclusão é que, ao menos em relação a "World of Warcraft", o ato de jogar não suscitou emoção violenta. Pelo contrário: a tendência é que sintam calmos ou cansados.

"Houve, na verdade, níveis maiores de relaxamento antes e depois jogar o game, ao invés de experimentar raiva, mas isso depende muito da personalidade", faz ressalva Jane Barnett, chefe do grupo de pesquisa. "Isso nos ajudará a desenvolver um questionário sobre jogos e emoções, com o intuito de distinguir o tipo de jogador que tem propensão de transferir a agressão online para a vida cotidiana".

A pesquisa será apresentada na conferência anual da Sociedade de Psicologia Britânica, que acontecerá em Dublin, Irlanda.

fonte: http://tecnologia.uol.com.br/ultnot/2008/04/02/ult530u5954.jhtm
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O autor admira jogos com violência, mas nenhum supera Winning Eleven. Ah, que saudades...

29 de março de 2008

Índice da Maldade

Hoje, no expediente, a Danielle e eu discutimos sobre o quanto eu sou bonzinho e puro de coração. Bem, é óbvio que nem todos conseguem enxergar toda a bondade que existe por trás de minhas ações, ainda que eu reconheça que sou egoísta no fundo.

Assistindo agora a pouco o programa "Índice da Maldade" no Discovery Channel, decidi compartilhar com vocês a escala do Dr. Michael Stone, até por que em nenhum dos episódios que assisti ela foi explicada claramente:

Índice da Maldade (como no programa de TV)

01 Matam em defesa própria e não tem tendências psicopatas (pessoas normais);
02 Amantes ciumentos sem tendências psicopatas (também pessoas normais);
03 Cúmplices de assassinos: personalidade distorcida e com problemas anti-sociais;
04 Matou em auto-defesa, mas provocou a vítima de forma extrema;
05 Pessoas desesperadas com traumas que matam parentes abusivos ou outras pessoas para sustentar vícios. Sem tendências psicopatas e mostram remorso genuíno;
06 Pessaos impetuosas que matam em acessos de fúria, sem tendências psicopatas;
07 Narcisista psicótico, não-psicopata, que mata as pessoas próximas por um motivo (seja lá qual for);
08 Pessoas que matam em acessos de fúria;
09 Amantes ciumentos psicopatas;
10 Matadores de pessoas que estavam “em seu caminho” ou testemunhas. Ou seja, egocêntricos, mas não psicopatas;
11 Psicopatas assassinos de pessoas “em seu caminho”;
12 Psicopatas megalomaníacos que mataram quando ameaçados;
13 Pessoas com problemas de personalidades cheios de ódio em crise;
14 Psicopatas egoístas que montam esquemas;
15 Psicopatas à sangue frio ou assassinos múltiplos;
16 Psicopatas cometendo vários atos criminosos;
17 Assassinos sexualmente pervertidos, torturadores-matadores (o estupro é o principal motivo, não a tortura);
18 Torturadores-matadores onde o principal motivo é o assassinato;
19 Psicopatas que fazem terrorismo, subjugação de vítimas (tortura), intimidação e estupro (sem assassinato);
20 Torturadores-matadores onde a tortura é o principal motivo, mas em personalidades psicóticas;
21 Psicopatas que torturam até o limite, mas sem nunca terem cometido um assassinato;
22 Psicopatas que torturam, onde a tortura é o principal motivo (e matam)

Lembrando que a escala da maldade (”Most Evil”, em inglês) é baseadas em pesquisas sobre assassinatos e casos extremos de violência, não se aplicando, portanto a volantes como o Sandro Goiano ou ao aposentado Dinho. Alguém se habilita a classificar famosos criminos nacionais na escala? Onde entrariam o "Maníaco do Parque", Suzane Richtoffen (ok, não é assim que se escreve, eu sei) ou mesmo o garoto de 16 anos que anda nas capas dos jornais por ter matado 6?

Vítima de uma grande injustiça dos colegas de serviço, o Autor foi classificado como "neutro", ou seja, não é nem bonzinho nem "mauvadinho"... uma grande calúnia!


28 de março de 2008

Herói terceiro-mundista

O Grande lance dos super-heróis é que não importa o lugar ou a época, as pessoas sempre buscam alguém em que possam depositar suas esperanças de um futuro melhor e de justiça. Sempre achei que o País precisava de um super-herói nacional (não, o vigilante rodoviário não se encaixa, muito menos o Pedro e o Bino - é cilada! ou mesmo o capitão Nascimento) É necessário um "quê" de mistério e fantasia...


Abaixo segue um trailer do mais novo herói sulamericano: o Chileno Mirageman!



Ok, o lance é pra ser porco mesmo, mas parece divertido, pena que nunca será exibido nos cinemas nacionais!

parece que ele não aprecia "abraços especiais"! (ou o Barney mexeu com a acompanhante dele...)

O Autor já tentou idealizar um super-herói nacional, mas na situação do País até isso é difícil de imaginar...

24 de março de 2008

Judas saradão

Um post ainda sobre "reflexões acerca da Páscoa". Ontem, eu estava vendo o noticiário e passou uma reportagem sobre "a malhação de Judas" no Brasil.

Malhação de Judas ou Queima de Judas é uma tradição vigente em diversas comunidades católicas e ortodoxas que foi introduzida na América Latina pelos espanhóis e portugueses. Consiste em surrar um boneco do tamanho de um homem, forrado de serragem, trapos e jornal, pelas ruas de um bairro e atear fogo, normalmente ao meio dia. Cada país realiza a tradição de um modo, alguns queimam os boneco em frente a cemitérios ou perto de igrejas. No Brasil, é comum enfeitar o boneco com máscaras ou placas com o nome de políticos, técnicos de futebol ou mesmo personalidades não tão bem aceitas pelo povo. (Fonte: Wikipedia)

O que me espanta é o encorajamento à violência. "Vamos lá crianças, tem boneco pra todo mundo dar pau!" é saudável? Acredito que práticas de artes marciais, boxe (até o meu Body Combat, hehe) auxiliem as pessoas a relaxarem. No entanto, acho desnecessário para CRIANÇAS esse incentivo à violência gratuita. Acho anti-pedagógico e de caráter deturpador de valores (tais como a compaixão e o perdão).



Além disso, temos a questão das virtudes. Não diz a prece "Perdoai nossas ofensas, assim como perdoamos a quem nos tem ofendido"? Não somos incentivados por Deus a perdoar, ao invés de sair batendo simbolicamente em bonecos, expondo nossa raiva e rancor (injustificados, porque acredito que o pessoal vai lá pela porradaria, e não pela fé)? Tá certo que Judas é o ícone da traição a Jesus, e por conseqüência, à Igreja Católica. Mas se Ele o perdoou, quem somos nós para atirarmos pedras no "traidor"?

Ensinemos as nossas crianças o valor do perdão, para que no futuro, elas não saiam "caindo no pau" por qualquer briguinha ou discordância. É aí que nasce a violência social e reside a involução humana. E se há algum sentido na Páscoa, além da permuta de chocolates, que seja o de refletir a respeito da bondade e da fraternidade.



A Autora assume que já foi muito rancorosa - e ainda reconhece ser, mas bem menos! Porém, aos poucos, está tornando-se uma pessoa mais compreensiva, tolerante e capaz de desculpar os erros alheios - que muitas vezes ela mesma já cometeu ou há de cometer.

23 de março de 2008

Aspiradores

Hoje é meu último dia de férias, então resolvi dar uma mãozinha aqui em casa. Me encarreguei de fazer uma geral nos aposentos com o aspirador de pó. Sério, sempre achei divertido limpar a casa com o aspirador. Não chega a ser um prazer, mas é daquelas tarefas domésticas que podem ser divertidas se houver boa vontade.



Enquanto liquidava com o pó e os pelinhos das minhas cachorras na casa, fiquei pensando: "fantástico, este aspirador é uma bela máquina, imagino só se o motor fosse ainda mais poderoso!" Foi então que me caiu a ficha e compreendi porque tantos caras, principalmente tiozões, gastam fortunas comprando carrões que nem podem ser usados por completo nas nossas tristes rodovias nacionais. Não é o meu caso, mas consegui enxergar porque um carro potente pode fazer um sujeito se achar poderoso... se eu com um aspirador bacana já estava me achando...



Ao contrário dos muitos tiozões que investem em super-máquinas, a potência do Autor não está no motor de um aspirador de pó, tampouco num automóvel... :P