3 de janeiro de 2008

BBB 8


Ontem foi duvulgada a relação de néscios que habitarão a famosa casa do Big Brother Brasil nos próximos meses. Confirmando a tendência apresentada na última edição, os participantes estão ainda mais "homogeneizados". Todos seguem o padrão "bonitinho, alto, malhado".

Eu seria inocente se não admitisse que o público geral QUER acompanhar a vida de "gente jovem e bonita". A barração de candidatos acima dos 40 anos é a maior prova disto. O que de fato me incomoda é que todos participantes possuem o mesmo perfil. Sei que a intenção é que, por serem jovens e atraentes (há quem discorde), estabeleçam relacionamentos e haja identificação ou formação de grupos. Infelizmente o preço que se paga para testemunhar alguns beijinhos ao vivo é a perda de conflitos de gerações e interações mais interessantes dentre os "brothers". Nas antigas edições também haviam diferenças de classes sociais, com a presença de indivíduos mais humildes, o que gerava alguns comentários interessantes.

Hoje o que resta é praticamente uma reprise de Malhação entre quatro paredes...

O autor confessa que assistiu algumas temporadas do programa, no entanto, sempre observando com um olhar científico o comportamento social dos enjaulados.

2 de janeiro de 2008

Terminou melhor ainda

Hoje mesmo fiquei sabendo que, para felicidade geral (dos leitores, minha, da cachorrinha, de sua dona) que a Judite na verdade não foi abandonada: estava perdida... a safada fugiu do dono e acabou se perdendo. Me alegrei muito em saber que minha mãe encontrou hoje um cartaz da dona da cachorrinha (que na verdade se chama Mel)informando que a cachorrinha estava perdida, etc...

Segundo minha mãe, a Sra. chorava de alegria ao saber que havíamos recolhido sua mascote. Fazia tempo que não participava de uma história com final feliz! Creio ter sido uma boa forma de iniciar o ano.

O Autor já presumia que os donos haviam abandonado a cadelinha, quando na verdade estavam mortos de preocupação. Como sempre o pessimismo e desilusão do Autor influenciam sua visão dos fatos.

1 de janeiro de 2008

Começou bem

Este extenso feriadão foi deveras inútil. A única ação de fato interessante que efetuei foi o resgate de uma cachorrinha abandonada. Junto com a temporada de veraneio, infelizmente chega a temporada de "abandono". Muitos cidadãos cretinos e desalmados decidem abandonar suas mascotes para "pouparem-se" do trabalho de cuidá-las ou pagar um hotelzinho.

A cadelinha que recolhemos hoje ainda vestia sua coleira (obviamente sem identificação). Deve ter uma certa idade, pois já apresenta leves pêlos grisalhos ao redor dos olhos. Tremia com sua cauda recolhida por entra as pernas e com o olhar dos mais assustados buscou refugio na entrada de uma casa na rua ao lado. Me tomou cerca de 20 minutos para conquistar a sua confiança, de forma que me sentisse seguro de que não reagiria caso a tomasse entre os braços.

Agora esta descanso no petshop onde somos clientes, para que possa ter a saúde avaliada e suas necessidades atendidas. Aliás, por mais que me doa, já lhe dei um novo nome... Digo que dói porque ela certamente já foi chamada de alguma outra alcunha, que talvez ninca venhamos a saber... Seu novo nome é Judite. Se alguém tiver interesse em adotá-la (é muito meiga e mansa) entre em contato! Não pude trazer ela pra casa uma vez que nossa outra cachorrinha é ciumenta demais...

A Judite estava tão amendrontada que mijou na bermuda do Autor enquanto este a levava para o Petshop. O Autor desejaria que toda criança abandonada fosse de tão fácil trato e solução... Uma mijadinha no colo seria um preço mais do que justo a se pagar...

30 de dezembro de 2007

Feliz 2008

Acho que esse lance de feriadão, ano novo, etc anda afetando minha criatividade. Como sou um blogueiro bem educado, não poderia deixar de desejar feliz ano novo a todos os leitores (tanto aos que comentam como aqueles que olham e não deixam recados... e até aos que me detonam, como a Iashmin). E que o ano novo traga novas surpresas, mas melhores do que a do vídeo abaixo:




O Autor tentou reproduzir a pegadinha acima, mas não contou com alguns imprevistos:

29 de dezembro de 2007

Aniversários!

Ontem sai na correria do serviço, e mal me despedi do pessoal. Pior é que nem tive tempo de desejar Feliz Aniversário ao meu amigo Henrique (que hoje está completando 20 anos!) Parabens! e aproveito para dar os parabens atrasados à minha chefe que completou 22 anos na semana passada, mas como estava de férias, também não tive a oportunidade de cumprimentá-la! Aos demais leitores, desejo um feliz ano novo!!



O Autor só lamenta que estas datas tão importantes se dêem em meio de festividades tradicionais de fim de ano. Por conseqüência preciosas oportunidades para desfrutar de salgadinhos e docinhos de festa no serviço são desperdiçadas! hehehe

28 de dezembro de 2007

Guerra nas Jornadas Estelares

Hoje no serviço tivemos uma conversa das mais hilárias! Não me lembro exatamente como chegamos ao assunto, mas estávamos tentando explicar a diferença entre Jornadas nas Estrelas e Guerra nas Estrelas para nossa confusa amiga. Para situar os leitores sobre o nível da conversa, rolou tanta bobagem e o desconhecimento sobre as séries de ficção estelar era tanta da parte da nossa amiga que a explicação acabou mais ou menos assim:

O "Capitão" Spock (o das orelinhas pontudas), que é pai do "E.T." (aquele do dedinho luminoso que anda de bicicleta) luta contra o malvado de capa preta (Darth Vader).


Pois é, ia ter muito "nerd" radical se contorcendo no caixão se tivesse ouvido uma palavrinha sequer de nossa conversa...

O Autor, que é nerd confesso, possui conhecimentos bastante superficiais a respeito das séries mecionadas. Mesmo assim ele sempre soube que estava do lado negro da força, ho ho ho...

27 de dezembro de 2007

Pombas e Algodão

Preza a lenda que os super-heróis tem alguma fraqueza. O Superman, mesmo com todos seus poderes, é vulnerável à Kryptonita e à magia (o que muitos não sabem). O anel do Lanterna Verde era (atualmente esse defeito foi corrigido) ineficaz contra matéria de cor amarela. Ajax, o caçador de marte, tão poderoso quanto o Superman, era vulnerável tanto psicologicamente quanto fisicamente ao fogo.

Me parece que quanto mais incrível são os poderes de um herói (especialmente os do universo DC), maior a necessidade de que haja um "calcanhar-de-aquiles". Embora eu esteja distante
de qualquer semelhança com um heróis (e muito menos um super-herói) também possuo pontos fracos. Justamente por não ter qualquer inimigo ou nêmesis por enfrentar, não preciso temer a revelação de quais são:



1) Pombas:

Atualmente tenho conseguido vencer este medo e quase contorná-lo, mas confesso que ainda me desperta algum temer ter de enfrentá-las. Quem já não passou por algum parque, ou mesmo algum largo no centro e se deparou com uma horda de aves amontoadas em torno de algum resto de pipoca? Pelos Deuses, pior ainda são aquelas senhoras que ficam jogando milho ou alpiste, rodeadas por dezenas de pombas famintas e caoticamente ordenadas lutando por migalhas... Se um dia eu tiver superado por completo minha fobia, ainda passarei por este que considero um teste supremo.




2) Algodão:

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiwkcI0TtUWsDQg2KkoHCg6hOHJ4vHTjrA9QtbcSAM_AlZ-rnD5ADRsXgS2Lvd0F29FLZSKV_K66YY0sRQkntiXeeT5stN3L7sP8-bhZjF-XSDhxOlG5O9z2H6tUvl_9AovrJkpO-C0OMs/s1600-h/cotton.jpg
Jamais peça que eu alcance um chumaço ou "bolinho" de algodão para quaisquer fins. A simples imaginação de manusear tal material branco e fofo me causa arrepios. É verdade que nunca me forcei a superar essa limitação, assim como algumas pessoas tem arrepios quando unhas arranham um quadro negro, sinto algo semelhante no contato com o algodão de farmácia, e às vezes até com o algodão de flanelas molhadas.

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhyyMQoCoO63oBo3nQU5mGwAIA1aGUOtGcy5fjPtgob5xUxCG8WRkK-yvvPRgJKLvx0T_FFU-QnFuAWDKqa1SFymwwOn03LFW33TVepDKw49g-GmMBslHfVpyykMKJPuXmznsKzvSNkflY/s1600-h/algodao.jpg

Pensei em incluir outros pontos-fracos, como ombros, costas e nucas femininas, ou coxas firmes, torneadas, bronzeadas... mas como tais fraquezas só me aparecem em sonhos, creio que posso lidar com elas...


O Autor alerta que além de perturbá-lo quando caminha pelas ruas da capital, as pombas também são transmissoras de doenças respiratórias. E ainda usam a ave como símbolo da paz... tsss...

Rambo

A música é de filme tosco, o ator é de filmes vazios e o personagem não poderia ser mais ignorante. Pois é, mas acho que esse filme vai ser muuuito divertido de assistir. Faz tempo que ninguém surge nos cinemas detonando com estilo (Tripo XXX? fala sério, o Rambo mastiga caras como ele no café da manhã). Fiquem com o Trailer:



Quando foi cabeludo, o Autor participou de uma acirrada Olimpíada na ilha do Pavão (promovida pelo Grêmio Náutico União) e para controlar suas indomáveis meleñas, fez uso de uma faixinha azul... ao melhor estilo Rambo. Velhos tempos...


Revolução Bolivariana em POA!

No meu caminho para o serviço presenciei algo novo hoje! Estava atrasado, fiquei uns 15min ou mais esperando o ônibus na parada (em geral não espero nem 5 min) e quando crente de que pegaria um Auxiliadora lotado me deparo com um Boliviano tocando violão dentro do ônibus!

Muitos já devem ter passado pela Rua da Praia ou arredores e testemunhado aqueles grupos de mendigos importados tocando gaita. Pois é, não são gaitas, são lindas flautas incas. Sempre adorei esse tipo de música, me faz lembrar das minhas raízes andinas.


Bem, pois o "convidado" boliviano tocava violão, assoprava flauta e ainda cantava! Muito divertido, eu nunca havia pegado um ônibus com música ambiente ao vivo! Ele cantava algo tipo "Feliz navidad" meu portunhol é muito tosco, suponho que seja o Feliz ano novo que ele nos desejava. Eu até ia dar uns trocados, mas o ônibus estava muito cheio pra alcançar a toca inca que ele estendia aos passageiros, solicitando uma doação. Tomara que todo dia tenha novos espetáculos para os usuários do transporte público, isso sim é qualidade de vida!

A parte que o Autor achou mais divertida foi quando 2 passageiras começaram a cantar junto com o artista andino. Só faltou o Autor levantar os braços e puxar uma coreografia junto com a cobradora...


Patriotismo

Numa República, quem é o País?

É o governo do momento? Porque afinal de contas, o governo é apenas um funcionário temporário. Não pode ser a sua prerrogativa que determina o que é certo ou errado, decidir quem é patriota ou não. Sua função é seguir ordens e não dá-las.

Quem, então é o País? são os jornais? a Igreja? Afinal, estas são apenas partes do País, não o todo. Eles não têm comando, mas apenas uma pequena parcela dele.

Em uma monarquia, o Rei e sua família são o País. em uma República é a voz comum do povo. Cada um de vocês, por si só, deve falar com responsabilidade. Trata-se de uma enorme e solene responsabilidade que não deve ser subestimada pela Igreja, Imprensa, Governo ou frases vazias e impactantes dos políticos.

Cada um deve decidir sozinho o que é certo ou errado, qual atitude é patriótica ou não. Não se se pode ignorar tudo isso e ainda ser um homem de honra. Tomar decisões contra as suas convicções significa tornar-se um traidor desqualificado e imperdoável, tanto a si mesmo quanto ao País. Deixe os homens rotulá-lo como quiserem. Se você sozinho, em toda uma nação, decidir tomar um rumo considerado correto de acordo com suas convicções, cumpriu seu dever para consigo e seu País. Erga a cabela. Não há nada de que se envergonhar.

Não importa o que a imprensa, os políticos ou as multidões digam. Não interessa se todo o País decidir que uma coisa é certa e outra, errada. Esta Nação foi fundada em um princípio acima de todos: Nós temos de defender o que acreditamos, não importam as conseqüências. Quando a Multidão e a Imprensa falarem pra você sair do lugar, seu dever é firmar-se como uma árvore ao lado do rio da verdade e dizer pro mundo inteiro...

"Não. Saiam vocês!"

Mark Twain.

26 de dezembro de 2007

Ronaldo no FLA!

Durante meu recesso o principal assunto no sites futebolísticos foi a possível vinda de Ronaldo Fenômeno para o elenco rubro-negro. Ainda não cheguei a um veredicto, mas uma coisa é certa: as opiniões se dividem entre:

"piada, o cara é ex-jogador... vai vir apenas pra entrar em forma pro carnaval!"

ou

"grande jogada, se voltar a ser 50% do Ronaldo da copa de 2002 vai arrebentar!"

Se analisarmos friamente o panorama nacional do pé-de-obra, não acharemos nenhum jogador com a qualidade do Fenômeno nos nossos gramados (com exceção feita talvez a Nilmar no Inter). Mesmo que volte a jogar apenas o que apresentou na Copa do Mundo de 2006 (com 10kg acima do peso) ainda dára um banho na maioria dos nosssos atacantes.



Ronaldo ainda é relativamente jovem, tem 31 anos, mas seu histórico de lesões assusta. Em termos de divulgação e marketing, basta que se explore corretamente a sua imagem, que o custo da vinda será mais do que coberto, trazendo lucros. Meu maior medo é que se crie no Flamengo o que aconteceu no Vasco de Romário: um time voltado para jogar em função de um ídolo decadente. Isso seria péssimo, principalmente se considerarmos que finalmente o Fla parece ter montado um elenco para disputar a Libertadores com reais chances de título. A contratação no fenômeno pode ser um tiro certeiro... desde que não se mire no pé!

Um sujeito que passou por 3 cirurgias graves nos joelhos, é o maior artilheiro das copas do mundo de toda história, e ainda deu uns "pegas" na Daniela Cicarelli não pode ser menosprezado. O Autor ainda acredita que o Ronaldo pode voltar a brilhar, desde que reencontre motivação para triunfar novamente. Se no seu clube de coração, diante de mais de 80 mil pessoas gritando seu nome, não encontrar entusiasmo para exercer sua profissão... é melhor encerrar a carreira. Mas o Autor acredita no Fenômeno! vamos, lute Ronaldo!!!

21 de dezembro de 2007

Nova Fronteira

Seguindo a tendência de películas que me empolgarão no ano que vem, trago mais um trailer do filme que talvez seja o mais bacana de 2008... pena que sairá somente em vídeo (dvd)


'Justice League: The New Frontier' Trailer

O Autor anuncia que até o dia 26/12/2007 (quarta-feira) estará em recesso, cumprimindo missão familiar nas distantes paragens de Rio Grande. O Autor aproveitar para comunicar um Feliz Natal a todos os seus leitores!


CPMF

Ainda que um pouco atrasado, afinal de contas a CPMF foi encerrada no senado, não poderia deixar de expor minha opinião. Ao contrário do que todos pensam, eu não era e continuo não sendo favorável à extinção da CPMF. (Já posso imaginar a cara que vocês leitores estão fazendo... hehe)


Mas calma! Não enlouqueci, nem fui comprado pelo presidente! Minha humilde opinião é baseada em argumentos ponderados. Não compartilho da corrente do Presidente Lula, que alega a CPMF ser um imposto que só incide sobre os abonados. Todos nós acabamos realizando transferências financeiras, porém os campeões nesta modalidade são especuladores e investidores de grande porte. Vejam bem, não sou contra a mobilidade de capital, e muito menos contra mercado de ações, fundos de investimento e outrem. Mas seria tolice sustentar que miseráveis ou simples trabalhadores movimentem volumes financeiros tão grandes quanto a nata da burguesia.


Ok, essa última parte soou como expelida por um membro do PCO ou do PSTU (não era a intenção). O verdadeiro problema da carga tributária nacional não é/era a CPMF, e sim o conjunto de impostos e taxas que asfixiam a economia tupiniquim. Sou radicalmente contra a política fiscal praticada no País, e não penso em outra alternativa que não uma pesada reforma tributária para fazer o País se desenvolver (e não esse lixo de PAC, fala sério). Paralelamente e tão importante quanto é abolir a fixação em crescer. Crescer como um monstro desproporcional e recheado de desigualdades é tão ruim ou pior do que continuar pequeno. o Brasil precisa se desenvolver, mesmo que em ritmo contido, mas de forma equilibrada e com visão de longo prazo.


Assim como o imposto de renda, a CPMF obedece a proporcionalidade financeira, seja de ganhos ou de movimentações, sendo cobrada de forma eficiente (reduzindo a sonegação) direto na fonte, diferente das cascatas tributárias que temos por ai, onde produtos manufaturados chegam a ter 50% de seu preço final destinado à fazenda. Me pergunto como um País com pretensões de modernização pode cobrar impostos altos como o faz com produtos de informática...

O Autor se revolta com a concentração de impostos nas mãos da União, quando quem oferece serviços como segurança e EDUCAÇÃO (alô presidente!!! ops, esqueci que pra ler o blog tem que saber ligar um pc... e saber LER) são os Estados, estrangulados como estão...

20 de dezembro de 2007

Alma Imoral

A Alma Imoral, com Clarice Niskier, é um monólogo que trata dos diferentes conceitos de moralidade e, principalmente, da dualidade entre tradição e traição. Esta última é sempre vista como algo negativo quando, na verdade, a traição é a guardiã do futuro enquanto a tradição é a guardiã do passado.

Clarice aponta exemplos como o dos judeus. Quando os romanos estupraram cada judia sabiam que a tradição judaica determinava que os judeus deveriam ter pai judeu. Se os rabinos fossem fiéis à tradição, os judeus pereceriam ali. Mas os sábios traíram a tradição e disseram que seria judeu todo aquele que viesse de mãe judia, indepentendente do pai. Só assim guardaram seu futuro: traindo seu passado.

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Pela descrição a peça estimula questionamentos sobre tradições e outros valores agregados. Fiquei bastante curioso, talvez dê um jeito de assistir ao espetáculo quando estiver por estas paragens!

Como não podia deixar de ser, já me pus a montar analogias... Me considero um sujeito extremamente leal às minhas crenças. Leal o suficiente a ponto de não temer admitir que desde os 12-14 anos não mudei minha forma de pensar em praticamente nada. "Poh rapaz, então quer dizer que você ainda é um adolescente?" para esta respota eu digo: "NÃO!" ainda sou a mesma criança por dentro e talvez por isso me vejo com um sujeito infeliz. Não tenho mais as vantagens da infância... o tempo me foi pondo sobre os ombros as responsabilidades da vida adulta, sem me dar opções... mas como ainda estou arraigado aos mesmos princípios, valores e mesmo prazeres da infância, não desfruto ou aproveito das vantagens da vida adulta (até porque não vejo praticamente nenhuma). Deveria eu trair meu passado para iniciar uma nova etapa? Embora eu saiba que seja o natural, convencional e mais suave modo de encarar a vida, minha fidelidade não o permite...

Por mais irônico que pareça, o Autor adora questionar costumes e normas ao seu redor, sempre privilegiando a inovação e audácia... no entanto se enxerga como um velho conservador... quase de visões maniqueístas... paradoxal não? :P


18 de dezembro de 2007

Empolgação

Minha irmã me passou um video muito engraçado. Me fez lembrar de quando eu era feliz, e ganhava presentes inesperados. Nunca vou esquecer do natal em que ganhei o castelo de Greyskull. Me lembro de quase todos presentes que recebi naquele natal, e de como fiquei feliz com cada um... mas acho que nem quando era menor (sim, já fui mais baixo do que sou hoje... acreditem, é possível) me empolguei como o menino abaixo:






Nesse natal o Autor se presenteou bastante, mas nada que se aproxime com os natais de sua infância. Maldito amadurecimento, ser adulto fede... (nem com 100% de sexo no gráfico ia compensar)